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A acupuntura surgiu há mais de 3 mil anos na Medicina Tradicional Chinesa. Existem registros de seu uso, principalmente em cavalos, que, naquela época, eram essenciais tanto no transporte, como em batalhas. Os chineses acreditavam que o equilíbrio da energia vital nos animais era fundamental para garantir sua saúde e desempenho.
No Ocidente, a prática na medicina veterinária ganhou reconhecimento a partir da década de 1970, quando iniciaram-se estudos dos seus efeitos no tratamento de dores, inflamações e doenças crônicas em animais. A American Veterinary Medical Association (AVMA) reconheceu a acupuntura como uma terapia complementar válida, e, hoje, ela é aplicada em cães, gatos, cavalos e outros animais para tratar dores articulares, problemas neurológicos e até ansiedade.
Hoje, a acupuntura veterinária é ensinada em universidades e utilizada como parte da medicina integrativa, em combinação com a medicina ocidental para fortalecer e aumentar a eficácia nos tratamentos.
Imagina que todo corpo tem “canais” por onde circula a energia vital do organismo. A acupuntura usa agulhas bem finas, que, ao serem aplicadas em pontos estratégicos nesses canais, estimulam o organismo a “acordar” terminações nervosas da pele e dos músculos que mandam sinais para o cérebro. O corpo então, libera hormônios como a endorfina (poder analgésico) e neurotransmissores como a serotonina (satisfação e bem estar).
O resultado? Menos dor, mais relaxamento e equilíbrio do organismo com um todo.
Ela pode ser usada tanto em animais doentes quanto em animais saudáveis, com o objetivo de prevenir doenças e equilibrar o organismo.
Cada sessão dura entre 20 a 30 minutos e apresenta efeitos imediatos.
Pode ser associada a tratamentos convencionais e alopáticos, contribuindo para uma melhora mais rápida. Por exemplo, se seu pet trata dor com analgésicos, anti-inflamatórios ou neuro moduladores, muitas vezes sofre com efeitos colaterais. A acupuntura pode ajudar, inclusive a reduzir a dose, quantidade e frequência de administração desses medicamentos. Isso deve sempre ser feito com o acompanhamento de um veterinário especialista.
De acordo com a necessidade do seu bichinho, ela pode ser associada a outros estímulos, tais como: eletroacupuntura, laser, moxabustão e outras técnicas.
Se está com dor aguda ou crônica, em função de:
Se tem doenças ortopédicas, tais como:
Se tem doenças neurológicas e inflamatórias:
Doenças metabólicas e alérgicas dos sistemas renal, fígado, coração, gastrointestinal e alergias:
Doenças imunológicas e autoimunes:
Problemas comportamentais:
Algumas técnicas que utilizamos para ampliar a eficiência da acupuntura, sempre de acordo com as necessidades do seu pet:
Eletroacupuntura (estímulo elétrico feito nas agulhas) – Causa um alívio mais intenso da dor porque estimula os músculos de forma mais profunda. Além disso, melhora a circulação sanguínea e acelera a recuperação de lesões.
Moxabustão (Moxa de Artemísia ou carvão com aplicação local ou uso do aparelho termo) – o calor penetra nos pontos energéticos do corpo e ajuda a melhorar a circulação, aliviar dores e fortalecer o sistema imunológico.
Laserpuntura (Aplicação de laser para estimular os pontos de acupuntura) – acelera a cicatrização e recuperação de tecidos danificados, reduz inflamações e inchaços.
Aquapuntura (Aplicação de substâncias injetáveis e bioterápicos em pontos de acupuntura) – alivia dores crônicas, melhora a circulação e ajuda a acelerar a recuperação dos músculos e articulações.